

































Pula, pula passarinha
A frutinha vai buscar
Saltitante como sempre
Logo se põe a cantar
Um ninho vai fazer
Para os filhinhos abrigar
Com carinho e gravetinhos
Irá se formar!
Os ovinhos lá estão
Guardadinhos com amor
Fica no ninho passarinha
Para seus filhotinhos cuidar
As diferentes imagens de uma Mãe:
♥♥♥
Mãe
Composição: Sergio Saas
♥♥♥
Mãe, tanta coisa aconteceu
Mãe, tanto tempo se passou e eu
Não sou mais um menino, eu cresci.
Mãe, as lembranças me acompanham
Eu tentei, resistir e esquecer,
Mas pensei, o que seria de mim
Sem ti.
Sem teu cuidar, sem teu carinho,
Sem tua atenção estou sozinho,
Mamãe, não posso viver sem você.
Coro I
Mãe quero te encontrar e te abraçar
Mãe tenho tanta coisa pra falar
Não quero mais de ti me separar
Mãe, eu te amo!
Mãe, um espelho me revela
Que o tempo da aquarela já passou
E eu não posso voltar atrás.
Perdão, por está sempre ocupado
e não ter visto o tempo passar.
A saudade faz um homem chorar.
Pois sinto falta da tua voz
De te ouvir numa canção do teu olhar, do teu sorrir
Ensinou-me a primeira oração
Mãe, quero ter você sempre por perto
Mãe, sempre aguardou o meu regresso
Não quero mais de ti me separar
Mãe, eu te amo!
Sempre me amou, me educou
Por mim orou, me ensinou
Sempre me amou, me educou
Me ensinou, por mim orou
Mamãe te amo
♥
Pra sempre em meu coração
Cristina Mel
Eu queria o tempo parar
De novo lhe fazer ninar
Crescer e mudar, não dá pra evitar
É o caminho que Deus lhe traçou
Brinquedos, gibis, violão
Espalhados por todo lugar
Um dia a poeira eu irei tirar
No silêncio de não te encontrar
Vou guardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração
Os dentinhos você vai trocar
E roupas maiores usar
O seu caminhar vai para longe o levar
Pois não posso impedir seu querer
Os dedinhos que agarram minha mão
Coisas grandes eu sei que farão
Você não é meu, é um presente de Deus
E o futuro está em suas mãos
Vou guardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração.
♥♥♥
Tanto os indígenas quanto os escravos africanos foram elementos essenciais para a formação não somente da população, mas também da cultura brasileira. A diversidade étnica verificada no Brasil decorre do processo de miscigenação entre colonos europeus (portugueses), indígenas e africanos. A cultura brasileira, por sua vez, apresenta fortes traços tanto da cultura indígena quanto da cultura africana. Desde a culinária, onde se verificam o vatapá, o caruru e chegando até a língua portuguesa, é impossível não perceber a influência da cultura dos povos que foram escravizados no Brasil.
A origem da feijoada brasileira tem sido alvo de controvérsias, alguns afirmam que, ao contrário do que é amplamente difundido, não tem origem entre os escravos, mas em um prato português. Nesse aspecto, entretanto, é importante ressaltar que partes dos porcos utilizados no preparo da feijoada não eram usados pelos escravocratas, o que reforça a tese de que, como em outros espaços da cultura brasileira, houve uma reelaboração a partir do que os negros dispunham para sua alimentação.
A escravidão, também conhecida como escravismo ou escravatura, foi a forma de relação social de produção adotada, de uma forma geral, no Brasil desde o período colonial até o final do Império. A escravidão no Brasil é marcada principalmente pelo uso de escravos vindos do continente africano, mas é necessário ressaltar que muitos indígenas foram vítimas desse processo.
Os escravos foram utilizados principalmente em atividades relacionadas à agricultura – com destaque para a atividade açucareira – e na mineração, sendo assim essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos.
A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente da anterior.
Introdução
Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
Processo de abolição da escravatura no Brasil
Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.
Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.
MÃE, SEMPRE MÃE!
"Horizonte de encanto e ternura, gesto simples, constante e forte, olhar firme, transmites alento, confiança reanimas a certeza.
Me ensinas, ó máe, que na vida nunca perdes a bola em campo, mesmo que teus caminhos embolem, sempre marcas com novo encanto. Minha mãe, minha mãe, eu desejo muitas bençãos e luzes divinas e te vejo feliz ao meu lado sustentando as minhas fraquezas.
Mesmo quando a tristeza aparece, estas pronta e sempre atenta.
Tua mão bem segura nos mostra e assim confiantes seguimos. Nossas vozes com amor se misturam para dizer do afeto que temos.
Quando a dor e a saudade chegarem, ao seu lado estaremos presentes!"
Autor: (Celina H. Weschenfelder)